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sábado, 23 de novembro de 2013

Óleo de cártamo faz bem?- impede o armazenamento de gordura no corpo, mas exige cuidados

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Óleo de cártamo faz bem?- impede o armazenamento de gordura no corpo, mas exige cuidadosEspecialistas alertam que, se ingerido incorretamente, ele pode sobrecarregar o fígado e desencadear o diabetes

Paula Takahashi 

Os óleos naturais mostram-se verdadeiros aliados na prevenção de uma série de doenças e ganham destaque principalmente pelas funções de combate ao envelhecimento e à gordura localizada. Para esse último fim, o óleo de coco foi alvo recentemente de uma febre de consumo. Agora, divide as atenções com o de cártamo, novo queridinho de quem quer eliminar os pneuzinhos na barriga.

Extraído das sementes da planta Carthamus tinctorius, de origem asiática, o óleo de cártamo tem de 60% a 80% de ácido linoleico — mais conhecido como ômega 6. “Essa substância tem a capacidade de inibir uma enzima chamada lipase lipoproteica, que tem como função transferir a gordura presente na corrente sanguínea para o interior das células adiposas. São elas as responsáveis por armazenar a gordura corporal e que compõem o tecido adiposo do corpo humano”, explica a nutricionista Bruna Murta.


HQuanto mais ativa a lipase estiver no organismo, maior será a quantidade de gordura transportada para dentro das células adiposas. “Bloqueando a ação dessa enzima, a transferência de gordura para o interior das células também fica inibida, o que obriga o corpo a utilizar a gordura acumulada como fonte de energia durante a atividade física, estimulando a lipólise”, observa a nutricionista. O óleo de cártamo também é rico em ácido oleico, o ômega 9, mais um agente importante no processo de emagrecimento. “Ele pode auxiliar no aumento da produção do hormônio GLP 1 no intestino, que promove a saciedade”, diz Murta.


Esses benefícios só serão sentidos, porém, se acompanhados de alguns cuidados. Para estimular a lipólise por meio do ômega 6, é preciso promover a betaoxidação, o que faz com que a gordura presente no corpo seja quebrada e, posteriormente, transformada em energia. “Se isso não ocorre, ela será acumulada no fígado, trazendo uma série de prejuízos para o órgão”, alerta a nutricionista funcional Caroline Matos. Por isso, Murta desaconselha o consumo do cártamo por pessoas que têm esteatose hepática, doença caracterizada pelo alto nível de gordura alojada no fígado.
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