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segunda-feira, 7 de julho de 2014

Dicas de dieta: As 5 piores de todos os tempos.


Dicas de dieta: As 5 piores de todos os tempos.

Dicas de dieta: As 5 piores de todos os tempos.

Quando falamos em dicas de dieta, provavelmente todo mundo já deve ter ouvido de tudo. Inclusive coisas que desafiam o senso comum. E algumas delas, como se não bastasse serem inúteis, ainda são potencialmente perigosas.

Sendo assim, confira as 5 piores dicas de dieta de todos os tempos.
Nota: Usamos o termo dieta para se referir à alimentação em geral, não apenas dieta para emagrecer.

Veja abaixo as 5 piores dicas de dieta.

1. Evitar as gemas dos ovos

dicas de dieta: coma as gemas
A primeira das dicas de dieta é simplesmente não deixar a gema de lado ao comer ovos.
O ovo está entre os alimentos mais nutritivos do mundo. O problema todo está no fato das gemas conterem altos níveis de colesterol. E por conta disso, por muito tempo acreditou-se que isso elevaria os níveis de colesterol no sangue.
Entretanto, diversos estudos procuraram demonstrar esse fato, e em 70% dos casos, o consumo da gema não teve efeito nos níveis de colesterol.
Nos outros 30%, que são pessoas mais sensíveis, as gemas acabam por aumentar o HDL, o colesterol bom, e transformar as partículas LDL de pequenas e densas (as que causam doenças), para as grandes, que não são perigosas.
Outros estudos não conseguiram demonstrar a associação do consumo de ovos inteiros com risco aumentado de doenças.
E a coisa piora se formos numerar os benefícios dos ovos inteiros:
  • São recheados de proteínas, gorduras saudáveis, vitaminas, minerais e antioxidantes.
  • Contém alto teor de colina, um nutriente cerebral que 90% das pessoas não obtém quantidade suficiente na alimentação.
  • São ótimos para emagrecer, porque aumentam a saciedade e fazem você comer menos no total.

2. Ter uma dieta baixa em gordura.

dicas de dieta
Procure adicionar mais fontes saudáveis de gorduras na sua alimentação.
Mesmo sem evidências que a gordura saturada causava doenças do coração, alguns cientistas estavam convencidos que ela fazia mal, e que uma dieta com pouca gordura deveria prevenir doenças do coração.
E não foi coincidência que, a partir desse “consenso”, os níveis de obesidade e diabetes dispararam.
Inúmeros estudos foram conduzidos desde então, e nenhum deles comprovou redução da incidência de doenças cardiovasculares com essa abordagem.
Mesmo assim, esse tipo de dieta continua sendo recomendado. Ela pode funcionar razoavelmente para pessoas saudáveis, mas para quem tem obesidade, diabetes e síndome metabólica, simplesmente é um desastre.

3. Uma caloria = Uma caloria

dicas de dieta: metabolismo e calorias
Calorias não são iguais, principalmente por terem efeitos hormonais e metabólicos diferentes (de acordo com suas fontes).
O foco excessivo nas calorias é um dos maiores erros da história da nutrição.
Calorias são importantes, mas não necessariamente precisamos contá-las ou sequer estarmos conscientes delas. Os humanos eram mais saudáveis e magros antes de saberem que as calorias existiam, para refletirmos.
Alimentos diferentes têm efeitos diferentes em hormônios e centros cerebrais que controlam o que, como, quando e quanto comemos, e também o metabolismo.
Um bom exemplo disso é se compararmos a mesma quantidade de calorias vinda de ovos ou de sorvete. Isso porque os ovos são ricos em proteínas e gorduras saudáveis, que causam saciedade, e você vai se sentir satisfeito mais rápido, e por mais tempo, o que te leva a comer menos no geral. Já no caso do sorvete, a enorme quantidade de carboidratos vai provocar picos de insulina, que farão você sentir fome rapidamente.http://mdemulher.abril.com.br/dieta/reportagem/dietas/dicas-emagrecer-comendo-bem-647049.shtml
Não precisa pensar muito para ver que, apesar do mesmo número de calorias, os resultados serão bem diferentes. Então, a qualidade do alimento é muito mais importante.

4. Usar óleos vegetais poliinsaturados para cozinhar.

dicas de dieta: oleo vegetal
Evite o uso de óleos vegetais para cozinhar. Os mesmos podem afetar seu padrão de colesterol e causar inflamação.
Alguns óleos vegetais, como de soja, girassol, canola e milho, foram estudados e foi demonstrado que podem reduzir os níveis de colesterol. Mas isso não necessariamente quer dizer que vai prevenir doenças cardiovasculares.
Isso porque outros estudos demonstram que, apesar disso, estes óleos podem aumentar o risco dessas doenças. O colesterol é apenas um fator de risco, mas o resultado final é o que importa.
Além disso, esses óleos têm outros riscos. São ricos em gorduras poliinsaturadas, mas a maioria delas é Omega-6. Os humanos precisam ingerir ômega-6 e ômega-3 em uma certa proporção, mas o consumo excessivo desses óleos coloca a balança a favor do ômega-6, e isso contribui para inflamações no corpo, o que é chave para diversas doenças crônicas, típicas do Ocidente.
Isso sem falar que no processamento desses óleos, pode ocorrer a formação de gorduras trans, extremamente danosas. Cozinhar com esses óleos é perigoso, porque as gorduras polinsaturadas são sensíveis a temperaturas elevadas e se danificam (viram trans) facilmente.

5. Substituir manteiga por margarina.

dicas de dieta: coma mais manteiga
Essa dica de dieta é simples: coma mais manteiga e deixe de lado a margarina.
Se você olhar os ingredientes de uma margarina qualquer, verá que isso definitivamente não é comida. É apenas uma mistura de substâncias químicas que parece ou tem gosto de comida.
Não é surpresa que a margarina aumenta a incidência de doenças do coração, se comparada com a manteiga. Mas mesmo assim continuamos sendo bombardeados com conselhos para substituir uma pela outra.

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